Primeira leitura em Patos de Minas

Dois celulares, 4 vídeos, 89 segundos de rua. O mesmo leitor que lê as câmeras.

89sde vídeo lidoMEDIDO
60veículos/pessoas distintos vistosMEDIDO
5tipos diferentes distinguidosMEDIDO
5.42quadros/s do leitor, em média, nesta máquinaMEDIDO

Cada vídeo, separado

Celular B — vídeo 1

23.3s de vídeo · 464x832 · 94 quadros lidos · 4.04 quadros/s do leitor nesta máquina · a câmera se moveu durante a gravação (a pessoa girou o celular)

MEDIDO — o que o leitor viu (objetos distintos por tipo)

carro 23 ônibus 2 caminhão 1

Cruzamentos da linha de contagem escolhida: NÃO VALE COMO CONTAGEM — o leitor registrou 17 cruzamentos, mas o celular girou e a linha passou por cima de carros estacionados. Serve de exemplo de por que a câmera precisa estar fixa — 2ª leitura, com todos os quadros do vídeo (a 1ª, a 4 quadros por segundo, perdia o veículo entre um quadro e outro e não contava nenhum)

O que atrapalhou: câmera em movimento

Celular A — vídeo 2

4.0s de vídeo · 478x850 · 39 quadros lidos · 9.82 quadros/s do leitor nesta máquina · a câmera se moveu durante a gravação (a pessoa girou o celular)

MEDIDO — o que o leitor viu (objetos distintos por tipo)

carro 5

Cruzamentos da linha de contagem escolhida: 2 automóveis MEDIDO — 2ª leitura, com todos os quadros do vídeo (a 1ª, a 4 quadros por segundo, perdia o veículo entre um quadro e outro e não contava nenhum)

O que atrapalhou: câmera em movimento

Celular B — vídeo 3

42.4s de vídeo · 478x850 · 163 quadros lidos · 3.84 quadros/s do leitor nesta máquina · a câmera se moveu durante a gravação (a pessoa girou o celular)

MEDIDO — o que o leitor viu (objetos distintos por tipo)

carro 11 ônibus 2 caminhão 1 pessoa a pé 1

Cruzamentos da linha de contagem escolhida: 4 automóveis, 1 moto, 1 pedestre MEDIDO — 2ª leitura, com todos os quadros do vídeo (a 1ª, a 4 quadros por segundo, perdia o veículo entre um quadro e outro e não contava nenhum)

O que atrapalhou: câmera em movimento; confiança baixa em algum tipo (objeto pequeno/distante)

Celular A — vídeo 4

19.6s de vídeo · 478x850 · 78 quadros lidos · 3.98 quadros/s do leitor nesta máquina · a câmera se moveu durante a gravação (a pessoa girou o celular)

MEDIDO — o que o leitor viu (objetos distintos por tipo)

carro 11 moto 1 ônibus 1 caminhão 1

Cruzamentos da linha de contagem escolhida: 4 automóveis MEDIDO — 2ª leitura, com todos os quadros do vídeo (a 1ª, a 4 quadros por segundo, perdia o veículo entre um quadro e outro e não contava nenhum)

O que atrapalhou: câmera em movimento; confiança baixa em algum tipo (objeto pequeno/distante)

O que o leitor viu, somando os 4 vídeos

carro 50 ônibus 5 caminhão 3 pessoa a pé 1 moto 1

Cores vistas (estimativa)

Cor estimada pela imagem — sol forte engana. Mediana da cor no meio de cada veículo rastreado, não do quadro inteiro.

prata/cinza 31 preto 14 azul 4 marrom/bege 3 branco 1

Pessoa × máquina — vídeo 3, o mais longo

Comparação refeita: a coluna "leitor" agora é a contagem por cruzamento de linha da 2ª leitura (todos os quadros, 1.273 quadros), a mesma coisa que a pessoa contou — antes a tabela comparava travessias contadas à mão com objetos distintos vistos, que são medidas diferentes. O ônibus passa no fim do vídeo e não completou o cruzamento da linha.

Amostra de 42 quadros (1 por segundo), contados uma única vez à olho nu. É a primeira medição de erro do projeto em vídeo de Patos — vale mais como direção do que como número final.

tipomanualleitordiferençaerro
carro4400%
moto1100%
ônibus10-1não contou
pessoa a pé—1—não contada à mão

contagem unica, feita a olho em 42 quadros extraidos a 1/s; 1 SUV escuro nos ultimos quadros ainda se aproximando quando o video acaba (nao contado, nao completou a travessia); 1 possivel veiculo adicional ao fundo, desfocado, nao classificavel (nao contado).

O que isto prova e o que não prova

Prova

  • O leitor roda em vídeo real de Patos de Minas, gravado hoje, sem preparo.
  • Roda numa máquina comum (CPU, sem placa de vídeo dedicada).
  • Separa carro, moto, ônibus, caminhão e pessoa a pé, sem guardar rosto nem placa.
  • O leitor aceita vídeo deitado ou em pé, de câmera fixa ou de celular, em vários formatos de arquivo — o que interessa é a imagem.

Não prova

  • Não é contagem de tráfego (vídeo curto, celular na mão, altura da rua).
  • Nada sobre as câmeras da cidade especificamente.
  • Nada sobre horário de pico ou padrão de fluxo ao longo do dia.

Como foi feito

As duas posições de filmagem

Esquema aproximado, feito a partir do que aparece em comum nas imagens (faixa de pedestre, poste com câmera, vaga de acessibilidade, fila de motos) — não é planta oficial, sem nome de rua.

prédio (fachada com brise) prédios residenciais vaga de acessibilidade + motos comércio / estacionamento câmera da cidade (já existe) A celular 2 e 4 B celular 1 e 3 Esquema aproximado, feito a partir das imagens dos 2 celulares — não é planta oficial, sem nome de rua.

Existe uma câmera fixa da cidade no poste do cruzamento, visível no vídeo 3 — é esse tipo de câmera que o projeto propõe ler.

O que a cena tem e o modelo não marca

Isto vira exemplo de marcação humana — o leitor detecta carro/moto/ônibus/caminhão/pessoa, não esses elementos fixos da via.

Próximo passo

Filmar 10 minutos parado, do alto, no mesmo cruzamento, e contar à mão — para ter uma base de comparação mais longa que os 42s desta primeira amostra.

Gerado em 2026-09-20 · todo número desta página vem de numeros.json, medido nos 4 vídeos.