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FILTER · PATOS DE MINAS

O que propomos, onde e como funciona

Não vendemos uma tela. Entramos no problema de quem decide, olhamos os dados que a cidade já tem e ajudamos a agir e a medir se funcionou. Abaixo, cada frente: a dor, a ação, como se executa, até onde a resposta é confiável e o que já dá para ver funcionando.

Como trabalhamos, em qualquer frente

1 · EscutarQual decisão está travada, quem decide, o que já foi tentado. Sem custo.
2 · Olhar os dados que existemDentro da casa do cliente, com acordo de sigilo. O dado não sai de lá.
3 · Propor uma ação pequenaUma rua, um horário, um corredor. Com critério de aceite escrito antes.
4 · Medir antes e depois14 dias antes, 14 depois. Melhorou, piorou ou não dá para saber.
5 · Avançar ou recuarSe funcionou, amplia. Se não, registra o porquê e tenta outra.

As frentes

A dor

Decisões de trânsito são tomadas e raramente conferidas. Quando há reclamação, falta número para sustentar ou rever.

A ação

Registrar cada intervenção com data e hipótese, contar o fluxo no ponto e nos vizinhos, e entregar o veredito em uma página.

Como se executa

  • Leitura das câmeras que já existem: conta por tipo de veículo; a vedação de guardar imagem se define e se audita no piloto
  • Painel com o histórico de cada ponto
  • Relatório antes × depois

Até onde a resposta vai

Mede contagem e fila. Não explica sozinho a causa: aponta onde olhar. O erro da contagem é medido contra contagem manual e publicado.

A dor

Escolher onde agir primeiro sem um mapa que junte ocorrência, gravidade e cobertura.

A ação

Priorizar 12 zonas por gravidade e mostrar quanto cada cenário de câmeras cobre.

Como se executa

  • 1.100 ocorrências reais com coordenada (dado aberto do Estado)
  • Simulação de cobertura: 33 câmeras alcançam 25% das ocorrências; 94, metade; 357, 90%

Até onde a resposta vai

Ocorrência registrada não é todo o risco: o quase acidente não aparece. Posição de câmera na simulação é calculada, não é câmera que existe.

A dor

Compras pela internet cresceram; motos e veículos de entrega se concentram em poucos corredores e horários. Na base nacional, moto aparece em 30% dos sinistros da cidade.

A ação

Escolher um corredor, contar motos e veículos de carga por faixa de horário, e testar uma medida: ponto de parada rápida, ajuste de semáforo ou janela de carga e descarga.

Como se executa

  • Mesma leitura de câmera, separando moto e caminhão
  • Conversa com quem entrega antes de propor
  • Antes × depois no corredor e nas vias vizinhas, para não só empurrar o problema

Até onde a resposta vai

A câmera conta moto, não sabe se é entregador. A base de sinistros não traz profissão. Dizer "entregadores causam X%" não é possível com o dado de hoje.

A dor

Todo mundo entra e sai na mesma hora. O pico dura pouco e trava tudo.

A ação

Convidar 3 a 8 grandes empregadores e escolas a deslocar a entrada em janelas de 5 a 15 minutos, por duas semanas, e medir.

Como se executa

  • Lista de horários reais de turno (pedida às empresas)
  • Simulador mostra a ordem de grandeza antes de pedir o esforço
  • Contagem nas vias de acesso antes e depois

Até onde a resposta vai

O modelo é simples de propósito: não calcula capacidade de via. Serve para decidir se vale testar, não para prometer o ganho.

A dor

Desnível, rampa que falta, travessia longa. Hoje não há mapa disso, então não entra em nenhuma decisão.

A ação

Mapear um quarteirão do centro por vez, a pé, com o celular; contar pedestres nas travessias pelas câmeras; priorizar as 5 travessias mais difíceis.

Como se executa

  • Levantamento a pé com agentes de trânsito ou voluntários
  • Contagem de pedestre por câmera (pessoa é contada, não identificada)
  • Pessoas com mobilidade reduzida testando o resultado

Até onde a resposta vai

O dado de calçada não existe: tem que ser colhido. Sem ele, qualquer rota acessível é chute.

A dor

A cidade sabe onde trava, mas não tem como pedir ajuda a quem circula.

A ação

Começar por entregadores e motoristas de carga: adesão voluntária, rota alternativa sugerida, créditos por comportamento que ajuda, convertidos em desconto com parceiros.

Como se executa

  • Dentro do aplicativo que a cidade já tem, se a adesão a ele permitir; senão, por um link simples
  • Localização ligada pela própria pessoa, só durante a jornada
  • Medir se o fluxo caiu no corredor e se não subiu no vizinho

Até onde a resposta vai

Depende de adesão, e adesão a aplicativo público costuma ser baixa. Não conhecemos o número de usuários do aplicativo da cidade. Por isso vem depois, e só se o piloto mostrar que a contagem funciona.

Veja funcionando

A ideia no hub

A dor

Tempo parado em fila e quilômetro rodado vazio comem o ganho do dia.

A ação

Simular duas escolhas no mesmo turno e mostrar quilômetros vazios, tempo total e saldo por hora, variando chuva, saída de evento e excesso de motoristas no mesmo ponto.

Como se executa

  • Estende a mesa de controle que já existe; não é aplicativo novo
  • Premissas visíveis: consumo, preço do combustível, tempo disponível

Até onde a resposta vai

É simulação. Não há integração com plataformas nem dado de demanda real. Ganho financeiro só se afirma com piloto voluntário que meça deslocamento vazio e saldo por hora.

Veja funcionando

Mesa de controle

O que sustentamos em qualquer frente