Hoje contamos acidentes. O QUASE conta os que quase aconteceram.
Um mapa vivo de riscos invisíveis: freada brusca, moto cruzando trajetória, pedestre e veículo chegando juntos, conversão conflitante. A engenharia de segurança viária chama isso de medidas substitutas (TTC, tempo até a colisão; PET, tempo pós-invasão) e usa há anos com câmera. A câmera que já existe processa localmente e emite só o evento: cruzamento X, hora Y, quase-acidente, confiança 92%. Sem rosto, sem placa, sem vídeo guardado.
Detector rodando em vídeo real de Patos (o primeiro passo é uma gravação, não uma transmissão contínua). Calibração de distância por câmera.
Traga 1 hora de vídeo de um cruzamento (celular numa janela serve) ou experiência com Frigate/YOLO.