A mesma câmera, uma segunda leitura: sem rosto, sem placa, só o trânsito.
O método por trás de tudo: um processador instalado na central onde a imagem já está roda um detector determinístico, conta e classifica (carro, moto, ônibus, bicicleta, pessoa), mede trajetória e velocidade, e descarta o frame. Só o evento viaja. A primeira leitura da câmera é segurança; esta é a segunda: mobilidade. Feito junto com quem decide, na hora, com as regras e o código abertos.
Uma câmera e uma reunião.
Se você opera ou conhece uma central de monitoramento, conte como é o acesso ao stream.