1 · A cidade
MEDIDO = número real de Patos de Minas, citado pela secretaria/prefeitura. ESTIMATIVA = premissa do time por falta de dado público. PROPORÇÃO = calculado a partir da população, ao trocar de cidade modelo. DIGITADO = você alterou o valor à mão.
2 · Quanto custa fazer isto existir o item mais caro do projeto
O caro é fazer existir uma vez
Depois de pronto, cada cidade nova custa apenas uma fração disto: equipamento + operação do primeiro ano, sem o desenvolvimento.
3 · Câmeras fixas que já existem
4 · Veículos da frota como sensor
5 · Central e operação
6 · Custo de infraestrutura real
Nuvem (servidor central)
Alternativa: processar onde a imagem já está
Nuvem × borda, lado a lado
| Ano 1 | Ano 2 em diante |
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7 · Cenários por porte de câmeras
| Câmeras | Investimento inicial | Custo mensal | Por câmera/mês | Preço sugerido (ano 1) | Margem | Cabe na dispensa ? |
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Teto de dispensa de licitação em 2026 (Decreto federal 12.807/2025, art. 75, II): R$ 65.492,11 — conferido no decreto.
8 · O que a leitura cobriria nesta cidade extrapolação por proporção
Isto NÃO é medição da cidade digitada em cima — é a taxa medida em Patos de Minas aplicada à população que você colocou no item 1. Troque a cidade e o número muda pela proporção, nunca pelo dado real de lá.
Concentração — mesma curva da simulação de Patos, escalada pelo tamanho da cidade
Em Patos, as posições de câmera concentram ocorrência: 33 posições cobrem 25%, 94 cobrem metade, 207 cobrem 75%, 357 cobrem 90%. Aqui essas marcas foram escaladas pela proporção de câmeras existentes desta cidade sobre as 240 de Patos — é proporção, não a distribuição real de lá.
9 · Quanto cobrar — três camadas proposta para o time decidir
1 · Piloto de 90 dias (porta de entrada)
2 · Assinatura depois do piloto
| Analítico de vídeo genérico (internacional) | R$ 15 a 77/câmera/mês |
| Contagem dedicada de tráfego (fabricante dos EUA) | R$ 427/cruzamento/mês |
| Videomonitoramento completo (contrato público, cálculo nosso) | ≈ R$ 460/câmera/mês |
3 · Êxito (só onde o ganho é medido em R$)
Limites legais que decidem o formato
| Dispensa de licitação — compras/serviços, 2026 decreto federal ↗ conferido | até R$ 65.492,11 |
| Contrato Público de Solução Inovadora — teste (federal) | até R$ 1,6 milhão · 24 meses |
| Fornecimento pós-teste, sem nova licitação (federal) | até R$ 8 milhões · 48 meses |
| Solução inovadora — regra estadual de Minas Gerais texto da lei ↗ conferido | reembolso até R$ 200 mil · teste de 6+6 meses |
10 · Referência medida — o que Patos de Minas já investiu não muda com a cidade modelo
| Instalar 1 câmera nova imprensa/ata | R$ 25 mil |
| Total já investido em videomonitoramento, só com fonte confirmada pesquisa — reconferir | ≈ R$ 4,1 milhões |
| Expansão anunciada (meta de 295 câmeras) site da prefeitura ↗ | R$ 1,5 milhão |
| Emenda estadual 2024–26 para videomonitoramento imprensa/ata | R$ 1,8 milhão |
| Centro de controle completo, benchmark da secretaria dito pelo diretor de mobilidade, 19/09 | R$ 320 mil/mês |
| Rede de 40 semáforos inteligentes, só a parte física dito pelo diretor, 19/09 | R$ 6 milhões |
| 1 cruzamento inteligente dito pelo diretor, 19/09 | R$ 150 a 200 mil |
A cidade já pagou pela câmera, pelo poste, pelo link e pela sala. O que falta é a leitura.
O que a frota enxerga rodando
- Buraco e remendo solto, com coordenada e foto do chão
- Calçada fora do padrão, degrau, rampa ausente
- Árvore ou galho caído, poda invadindo a via
- Placa encoberta, torta ou pichada; faixa de pedestre apagada
- Entulho, lixo e veículo abandonado
- Poste apagado (rota noturna)
- Ponto de ônibus sem abrigo ou sem sinalização
O vídeo é processado quando o veículo volta ao pátio, pelo wi-fi: sem plano de dados por veículo. Rosto e placa são borrados antes de qualquer imagem ser guardada.
O que as câmeras fixas medem
- Contagem por tipo: carro, moto, ônibus, caminhão, bicicleta, pedestre
- Fluxo e fila por bloco de 5 minutos
- Conversão proibida e contramão, como contagem
- Quase-acidente: duas trajetórias que quase se cruzam
- Antes e depois de cada mudança na via
Um lugar só para tudo: cada registro entra com origem, hora, local e o que o gerou. É isso que permite comparar e provar.
O que este cálculo não inclui
- Autorização de acesso às câmeras (é decisão, não custo)
- Desenvolvimento até a primeira versão realmente pronta para uso diário (estimado no item 2, não fechado)
- Parecer jurídico e relatório de impacto de privacidade
- Troca de câmera antiga que não entrega vídeo pela rede
- Manutenção dos veículos e tempo dos motoristas (já existem)